Angry Birds 2 – Crítica

Inspirado e bem-humorado, Angry Birds 2 cumpre o que promete e entrega uma boa diversão, antenada com o seu tempo.

O pássaro ranzinza Red deixou de lado o mau humor após ter salvado a ilha dos pássaros no filme anterior. Considerado agora um herói nacional, ele cria casos com os porcos para manter a sua posição e glória de salvador da pátria. Entretanto, um real perigo se aproxima em Angry Birds 2 e ele precisará, de novo, de seus amigos.

A continuação, dirigida por Thurop Van Orman, mantém o bom humor do último filme e acerta ao problematizar novas questões. Se no primeiro o foco era na solidão e mau humor de Red, agora o longa-metragem discute questões como o ego e o orgulho. Red, afinal, criava conflitos inúteis para manter a sua fama, e agora precisa da ajuda dos “inimigos”, os porcos, para salvar ambas as ilhas.

Com uma nova personagem, a da garota nerd e brilhante, e uma vilã de coração partido por conta de um macho inseguro e covarde – a águia do primeiro filme – Angry Birds 2 também está antenado com a pauta do feminismo e o faz com bom humor.

Bom humor, inclusive, é o que não falta, tanto para crianças quanto para os pais. Alguns momentos são hilários: uma cena no banheiro masculino e um “encontro relâmpago” devem, com certeza, arrancar gargalhadas da plateia. O “elenco” de filhotes também faz bonito e tem algumas cenas engraçadas e fofinhas.

Inspirado e bem-humorado, Angry Birds 2 cumpre o que promete e entrega uma boa diversão, antenada com o seu tempo.

Por Gabriel Fabri

Assista ao trailer do filme:

Nota:

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