10 filmes da Netflix para o Halloween

Confira a nossa lista com filmes para o dia das bruxas

O Halloween chegou! A festa de origem celta é uma das celebrações mais antigas do mundo e, apesar de ser muito mais comum em países de origem anglo-saxã, se espalhou e já é comemorada em diversos países, inclusive o Brasil!

Todo mundo sabe que uma das maneiras mais tradicionais de se comemorar o Dia das Bruxas, além do “Doces ou Travessuras”, é fazer uma maratona para assistir bons filmes de terror!

Sabendo disso, nós do Pop With Popcorn preparamos uma lista especialmente para você, que quer entrar no clima e passar um medinho, tanto no Halloween quanto no Dia de Finados, no dia 2 de novembro!

Halloween Netflix: O Babadook

O Babadook (2014)

Dentro da recente onda dos filmes de terror mais cabeçudos, daqueles que fogem dos clichês e correm para temas mais complexos e metafóricos – obras como Hereditário, A Bruxa, Ao Cair da Noite e A Corrente do Mal – o longa australiano vale uma conferida.

A viúva Amélia, ainda extremamente vulnerável pela morte do marido, vê a sua situação piorar ainda mais quando o seu filho desenvolve um medo irracional de uma criatura chamada Babadook, personagem de um sinistro livro de bonecos.

O filme consegue causar medo usando sons, enquadramentos e sombras de forma criativa, se desviando dos jump scares gratuitos que dão o tom do gênero atualmente.

Halloween Netflix: Shaun of the Dead

Shaun of the dead (2004)

Antes de ser passado para trás pela Marvel e de lançar filmes aclamados, como Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010) e Em Ritmo de Fuga (2017), Edgar Wright chamou atenção do mundo fazendo uma sátira/homenagem aos filmes de zumbi: o divertidíssimo Shaun of the Dead (2004) – aqui no Brasil foi lançado como Todo Mundo Quase Morto (???).

O longa gira em torno de Shaun, um lojista com problemas de autoestima que se vê obrigado a salvar os seus amigos de uma invasão de mortos vivos.

Todos os elementos que deram fama a Edgar Wright estão na obra: diálogos irônicos, movimentos de câmera malucos, uma edição mais maluca ainda e um “clima indie” pairando por cima de tudo isso.

Uma boa dica para quem está afim de priorizar o riso em detrimento do medo neste Dia das Bruxas.

Halloween Netflix: Invocação do Mal

Invocação do Mal (2013)

O filme que deu origem a todo um universo compartilhado – mesmo sem saber disso – e tornou James Wan o queridinho o Nº 1 da Warner é disparado o melhor da franquia.

Após se mudar para uma casa de campo em Rhode Island, a família Perry passa a ser atormentada por uma entidade demoníaca. No desespero pedem ajuda aos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.

É responsável, sim, pela onda infindável de filmes de terror afundados em clichês e jumps scares gratuitos, porque sim, faz uso desses clichês e é repleto de jumps scare. A diferença é que aqui tudo isso funciona! James Wan consegue criar um clima de tensão tão grande que todos os elementos e convenções, aparentemente batidos, fazem qualquer um se retorcer na cadeira, fazendo de Invocação do Mal um dos terrores mais eficientes quando o assunto é causar medo

Halloween Netflix: Eli

Eli (2019)

Recém lançada, a produção original da Netflix tem uma premissa interessante.

No filme conhecemos o garoto Eli, portador de uma grave que o torna extremamente sensível e alérgico a qualquer elemento do ambiente externo. Na esperança de curar o filho, os pais investem em um estranho tratamento, em uma casa mais estranha ainda, coordenada por uma mulher estranha ao extremo.

Com um argumento criativo, o filme pode parecer repetitivo no começo do segundo ato, porém quando começa a avançar muda completamente o tom, caminhando para um desfecho que você pode até achar absurdo e inverossímil, porém não poderá dizer que é previsível.

Halloween Netflix: Um Drink no Inferno

Um Drink no Inferno (1996)

Fruto da parceria entre Robert Rodrigues e Quentin Tarantino, o longa acabou virando um “clássico cult” pela reviravolta maluca e pelo estilo caótico da segunda metade. Uma pedida diferente para o Halloween.

Visando fugir para o México, dois irmãos criminosos roubam um trailer e sequestram a família dona do veículo. Porém após pararem em um bar de beira de estrada, coisas estranhas começam a acontecer.

 O filme conta com um elenco formado por (pasmem) George Clooney, Quentin Tarantino – talentosíssimo na condição de ator –  e, a ainda adolescente, Juliette Lewis. Começa como um faroeste moderno, com criminosos tocando o terror nos desertos do sul dos Estados Unidos, porém, na segunda metade, passa por uma das reviravoltas mais malucas da história do cinema.

Halloween Netflix: Verônica

Verônica (2017)

A Espanha é um país digno de nota quando o assunto é filme de terror. Foi lá que o mexicano Guilhermo del Toro filmou o seu cultuado A Espinha do Diabo (2001), foi lá também que o found footage REC (2007) foi produzido, causando alvoroço na época de seu lançamento.

Verônica é mais um da lista dos terrores espanhóis que chamam atenção do mundo. Nele conhecemos a adolescente de 15 anos que dá nome ao longa. Após uma seção malsucedida na tábua Ouija, ela começa a ser perseguida por uma assustadora entidade.

Não dê muita bola aos textos que circulam na internet, dizendo que se trata do filme mais assustador da história, capaz de amaldiçoar aqueles que o assistem e blá blá blá. Ainda assim, Verônica consegue ser bem perturbador, criando momentos bem assustadores.

Halloween Netflix: Invasão Zumbi

Invasão Zumbi (2016)

O cinema sul-coreano talvez seja um dos melhores do mundo atualmente. Nomes com Park Chan-wook e Jee-woon Kim já vêm chamando atenção do mundo há muito tempo. Porém o nome por trás de Invasão Zumbi é Yeon Sang-ho.

No longa somos apresentados a um egoísta executivo que embarca em uma viagem e trem junto com sua filha. Porém o trem, assim como toda Coreia, é contaminado por uma doença que transforma todo mundo em morto-vivo. Inicia-se então uma luta pela sobrevivência, que deve passar por cima de monstros contaminados e, principalmente, do egoísmo dos vivos.

Em boa parte das obras do subgênero de zumbis e mortos-vivos, a contaminação e os defuntos andantes são uma metáfora para expor a má conduta dos seres humanos e fazer uma crítica social. Aqui não é diferente, porém é feito de um jeito e com uma profundidade própria.

Halloween Netflix: Creep

Creep (2014)

Outro gênero da moda, o found footage (falsos documentários de eventos aterrorizantes) já fez filmes extremamente baratos, como Atividade Paranormal (2007) e a Bruxa de Blair (1999) arrecadarem milhões.

A Netflix possui em seu catálogo o perturbador e tenso Creep. Nele um jovem cinegrafista é contratado por um homem excêntrico para filmar excentricidades. Porém, o que parecia ser apenas esquisitice, logo se transforma em um assustador jogo de gato e rato.

A premissa do filme é inegavelmente criativa, e a narrativa segue por caminhos que deixam o telespectador confuso, revelando aos poucos o enorme perigo em que se encontra o personagem. 

Halloween Netflix: Hotel Transilvânia

Hotel Transilvânia (2012)

A gente sabe que o Dia das Bruxas é uma data muito querida especialmente por crianças, por isso um longa dedicado a elas não poderia faltar.

Quando a jovem Mavis, filha do Conde Drácula, dono de um hotel reservado aos clássicos monstros do cinema e literatura, se apaixona por um humano uma série de conflitos vêm à tona.

O conceito de desconstruir personagens icônicos já uma ideia que, se bem executada, pode render frutos bem interessantes. Com personagens humanizados e carismáticos, a diversão é certa.

Halloween Netflix: O Estranho Mundo de Jack

O Estranho Mundo de Jack (1993)

A gente sabe que o Dia das Bruxas é uma data muito querida especialmente por crianças, por isso DOIS longas dedicados a elas – e seus pais – não poderiam faltar.

Quem não se lembra desse clássico que passava anualmente – ora no Natal, ora no Halloween – no SBT? Pois é, o esqueleto que se apaixona pelas festas natalinas e sequestra o Papai Noel virou um ícone estampando roupas, mochilas, bolsas e até mesmo tatuagens.

Porém o que a gente não pode negar é que o ar bizarro da história é realmente apaixonante e mexe com a memória afetiva de muito marmanjo por aí.

Por Caio Shimizu

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