Por Lugares Incríveis – Crítica

Estreia na Netflix, Por Lugares Incríveis traz Elle Fanning e Justice Smith em uma adaptação da obra de Jennifer Niven

Romances adolescentes, para arrancar lágrimas ou não, têm feito sucesso tanto nos cinemas (com exemplares como A Culpa é das Estrelas e Como Eu Era Antes de Você) como no streaming (A Barraca do Beijo, Para Todos os Garotos Que Já Amei). A mais nova aposta da Netflix é Por Lugares Incríveis, longa-metragem baseado no livro de Jennifer Niven.

Elle Fanning é Violet, uma garota traumatizada pela morte da irmã em um acidente de carro. Ela cogita se atirar da mesma ponta na qual a irmã morreu, mas é surpreendida pela chegada de Theodore (Justice Smith). O garoto a impede de se jogar e os dois começam uma relação na qual um ajuda o outro com os seus medos e anseios.

Por Lugares Incríveis é fofo e conquista pelo carisma de seus personagens, dois adolescentes que se sentem, cada um a sua maneira, excluídos no ambiente escolar e que sofrem com as suas feridas. Embora, como outros exemplares de melodrama juvenil, se esforce para arrancar lágrimas da plateia, Por Lugares Incríveis é muito mais próximo de um 13 Reasons Why do que de um A Cinco Passos de Você, por exemplo: tocando no vespeiro do suicídio na adolescência, o filme aborda temas densos, como a depressão e a baixa autoestima, colocando o dedo nas feridas dos personagens e, por consequência, de seu público.

Por Gabriel Fabri

Leia o livro que inspirou o filme:

Confira a edição especial com poster do filme:

E a edição em capa dura:

Confira o trailer de Por Lugares Incríveis:

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